Josefina

De Notas pessoais

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Josefina

Gostaria de lhes apresentar a Josefina.

A Josefina é um lagostim vermelho (Procambarus clarkii) é proveniente do Estado da Luisiana, EUA.

Na Wikipedia

Apesar do seu nome vulgar, esse crustáceo de água doce muda sua coloração dependendo do meio onde vive, do seu estágio de crescimento, da alimentação, entre outros fatores. Vive até dois anos e chega a medir 15 cm. Em geral são calmos, vivendo quase sempre escondidos e não gostam de luminosidade excessiva. Assim como os demais artrópodes (animais de patas articuladas), os lagostins sofrem diversas ecdises (troca de carapaça) para crescer. A carapaça original é descartada quando a quantidade de hormônio de crescimento desses artrópodes atinge certo grau, somente depois do descarte é que a nova carapaça cresce. Durante o período da troca, até que a nova carapaça fique rígida, a lagosta passa uma maior quantidade de tempo escondida, para proteção, já que a sua proteção natural, a carapaça ainda não está totalmente formada.

Voltando para a Josefina

Resolvi falar da Josefina, pois ela já está em casa há mais de um ano. e já trucou de casca 3 ou 4 vezes. A foto ao mostra a Josefina Azul, ao lado de sua casca alaranjada. O interessante é que ela troca de casca quando a quantidade de hormônios atinge um certo nível, e a troca de casca me parece um tanto quanto a morte, pois ela desfalece e fica tendo uns espasmos como se estivesse morrendo.

Bem, em alguns dias, a sua nova carapaça já estará dura e ela poderá voltar em segurança para o aquário, pois por agora eu tive que colocá-la de "quarentena" em uma pequena bacia, para sua proteção, pois os pitús (camarões de água doce) que vivem com ela já estavam começando a persegui-la e dar uns beliscões para torná-la um petisco.

Outro dia estava pensando se nós, humanos, pudéssemos trocar de"casca" também. Ia ser realmente muito interessante:

  • as cicatrizes iriam todas embora
  • as manchas desapareceriam totalmente em alguns meses
  • Até um braço ou uma perna perdidas anteriormente, poderiam reaparecer...

Bem, mas voltando para a realidade, e sabendo que não poderemos trocas de casca como a Josefina, a única coisa que podemos fazer é cuidar muito bem dessa única casca que temos, pois nascemos com ela e vamos viver com ela durante toda a nossa vida.

Assim, o que podemos fazer é tratar desta "garagem de nossa alma", mantendo-a em dia com alimentação adequada, evitando vícios tais como drogas, álcool, cigarros, etc., porque apesar de nossa casca não poder ser trocada como a da Josefina, ainda assim, temos um sistema próprio de "renascimento". Leia abaixo.


( Do site: http://www.mundoeducacao.com.br/curiosidades/troca-pele.htm )

Saiba que é um engano pensar que é apenas durante o banho que damos adeus às células mortas presentes na pele, na verdade fazemos isso o tempo todo, nossos olhos é que não são capazes de captar essa importante tarefa de nosso corpo.

A cada minuto eliminamos mais de 30 mil membranas celulares, nossa pele velha vai sendo trocada por outra novinha. Eliminamos mais de três quilos de pele por ano.

Mas para onde vai todo esse lixo celular? Sabe aquela poeirinha que insiste em ficar sobre seus móveis? Parte dela vem de ambientes externos, mas mesmo se não entrasse nenhuma partícula de poeira em sua casa, ela continuaria ali, sabe por quê? As milhares de membranas celulares, que você e sua família eliminam, se depositam sobre a superfície do ambiente onde vocês se encontram.

Um pouco de anatomia

Para entender como é feita essa troca de pele, comecemos pela composição da mesma. A epiderme é formada por duas camadas:

1) extrato córneo (camada superior da pele) 2) extrato basal (camada inferior da pele)

O extrato córneo é composto por cerca de vinte e cinco camadas de células de pele achatada e morta, que só ficam esperando a hora certa para cair. O extrato basal é onde as novas células são produzidas, e como nosso organismo executa essa tarefa sem parar, é preciso haver uma substituição. À medida que células novas vão chegando, as velhas caem para abrir espaço para elas. A média de vida para cada célula é de três a quatro semanas.

Existe um artigo na revista Superinteressante sobre nossa pele, vale a pena ler:

http://super.abril.com.br/superarquivo/1997/conteudo_115804.shtml


Encontrei no Youtube outro Lagostin passando por uma ecdise, veja como pode ser traumático.

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