Partículas que se atreveram a desafiar Einstein postas à prova / Particles that dared to defy Einstein put to the test

De Notas pessoais





Source: The Sydney Morning Herald

Light169-408x264.jpg
International scientists make breakthrough discovery as sub-atomic particles are found to be quicker than the speed of light.
Art-353-W-17-Albert-Einstein-200x0.jpg
Albert Einstein ... theory of relativity set speed of light. Photo: AP





• Partículas que se atreveram a desafiar Einstein postas à prova

por Glenda Kwek - 27 de setembro de 2011

Uma agência do governo dos EUA foi indicada para testar os resultados da descoberta de partículas que viajam mais rápido que a velocidade da luz, conforme anuncio que chocou o mundo da física na semana passada e novamente nos levou a sonhos de viagem no tempo e outras dimensões.

Os novos testes podem mostrar a teoria da Relatividade Especial de Albert Einstein (1905) - que nada pode viajar mais rápido que a velocidade da luz - pode ter sido desafiada.

Einstein, o pai da física moderna, disse que a velocidade da luz era uma "constante cósmica" e nada poderia ir mais rápido.

Os dados coletados no experimento OPERA pela pesquisa do instituto CERN na Suíça mostrou que neutrino, partículas invisíveis, viajaram mais rápido que a luz.

No entanto, os cientistas do Fermilab, um laboratório do Departamento de Energia dos EUA em Chicago, disse que eles estiveram reaanálisando os resultados, disse hoje um porta-voz da agência smh.com.au .

Fermilab conduziu um experimento similar - MINOS - em 2007, mas seus resultados permitiram uma margem de erro que tornou claro que neutrinos de fato viajaram mais rápido que a luz.

"Estamos atualizando o [MINOS] para medir com mais precisão o tempo que os neutrinos levam para viajar de Fermilab ao detector em Minnesota," disse um porta-voz de Kurt Riesselmann.

"O experimento terá também novos dados no próximo ano e os analisará, na esperança para melhorar a posição de se confirmar ou refutar o resultado do OPERA", disse Dr Riesselmann.

Einstein estava errado?

Cientistas em todo o mundo, e até mesmo no CERN - onde se localiza o Large Hadron Collider - foram céticos sobre o achado do OPERA.

As medições do OPERA, se confirmadas de forma independente, significariam que, em teoria, a informação pode ser enviada para o passado, tornando possível viajar no tempo.

"A viagem no tempo parece ser o tópico a ser seguido quando partículas mais rápidas que a luz são mencionadas, mas ainda não tem a esperança de um TARDIS" disse o físico Dr. Jonathan Carroll da Universidade de Adelaide no site Conversa, referindo-se a uma máquina de viagem no tempo, que destaque no drama de televisão britânica Doctor Who.

Mas ele disse que era mais provável que se encontre no OPERA erros nos cálculos no resultado ou na experiência.

"O cenário mais provável é que a análise tenha deixado de lado algum aspecto aparentemente insignificante, mas crítico, e que uma re-análise será levada a um resultado muito mais de acordo com a velocidade da luz.

"Se for esse o caso, o comunicado anterior de imprensa, sem dúvida, nos levaria ao " Fantasma da Ópera ", ou seja, algo teatral.

Outro físico do CERN comparou a descoberta com tapetes voadores, dizendo: "É ridículo o que eles mostrando"...

"Até que isso seja verificado por um outro grupo, é como voar em tapetes," disse o Professor de Drew Baden na Universidade de Maryland à Associated Press.



• Particles that dared to defy Einstein put to the test

by Glenda Kwek - September 27, 2011

A US government agency is set to test the results of the discovery of particles travelling faster than the speed of light, announced last week, which shocked the physics world and led to dreams of time travel and extra dimensions.

The new tests could show Albert Einstein's 1905 theory of special relativity - that nothing can travel faster than the speed of light - may be sound after all.

Einstein, the father of modern physics, said the speed of light was a "cosmic constant" and nothing could go faster.

Data collected in the OPERA experiment by the CERN research institute in Switzerland showed invisible neutrino particles travelled faster than light.

However, scientists from Fermilab, a US Department of Energy laboratory in Chicago, said they were re-analysing the results, a spokesman for the agency told smh.com.au today.

Fermilab conducted a similar experiment - MINOS - in 2007, but its results allowed for a margin of error that made it unclear if neutrinos were indeed travelling faster than light.

"We're updating the [MINOS] to measure more precisely the time that it takes the neutrinos to travel from Fermilab to the detector in Minnesota," spokesman Kurt Riesselmann said.

"The experiment will also take new data in the upcoming year and analyse those, and hope to improve the position to confirm or refute the OPERA result," Dr Riesselmann said.

Was Einstein wrong?

Scientists across the world, and even at CERN - home of the Large Hadron Collider - have been sceptical about the OPERA finding.

The OPERA measurements, if independently confirmed, would mean that, in theory, information could be sent into the past, making time travel possible.

"Time travel seems to be the go-to topic when faster-than-light particles are mentioned, but don't hold out hope for a TARDIS just yet," physicist Dr Jonathan Carroll at the University of Adelaide wrote on The Conversation website, referring to a time-travelling machine featured in the British television drama Doctor Who.

But he said it was more likely the OPERA finding was the result of a mistake in the calculations or experiment.

"The much more likely scenario is that the analysis has overlooked some seemingly insignificant but critical aspect, and that re-analysis will led to a very good agreement with the speed of light.

"Should that be the case, the follow-up press release will no doubt refer to the 'Phantom of the OPERA'."

Another physicist likened the CERN discovery to flying carpets, saying: "This is ridiculous what they're putting out.

"Until this is verified by another group, it's flying carpets," Professor Drew Baden at the University of Maryland told The Associated Press.

Read more:


Ferramentas pessoais

contador de visitas